Globo Rural - 05/07/2008
Mundo animal de volta às telas



Pense num “espaço” que reúna tigres, cobras, macacos e... pandas! Poderia ser a Mata Atlântica, o Pantanal, a floresta amazônica e até o Cerrado. Mas colocando um panda no meio, só dá para pensar em cinema e na animação que estréia esse fim de semana nas salas de todo o Brasil: Kung Fu Panda.

Da mesma DreamWorks que produziu o hilário Shrek, o filme traz um panda desajeitado mas apaixonado por kung fu, que recebe a missão de ser o maior guerreiro dessa arte em sua região. Há quem diga que é o melhor da produtora desde a série Shrek. Boa opção para crianças, e também adultos, se divirtirem nos próximos dias com o mundo animal em versão cinematográfica.

Dá uma olha aí em cima no trailer. A versão está em inglês, mas nos oferece uma boa mostra do que vem pela frente (aí sim, também em versão dublada).


Clarice
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Globo Rural - 04/07/2008
Arte na fazenda



Uma propriedade rural costuma ser formada por agricultura ou criação de algum animal. Mas a fazenda Serrinha, em Bragança Paulista -- 90 quilômetros de São Paulo –- voltada para o turismo rural, descobriu uma vocação diferente. Desde 2001, os irmãos Fábio e Marcelo Delduque abrem as porteiras para um festival de arte com 20 dias de duração, que nesse ano será de 7 a 27 de julho. “Oferecemos as opções de uma metrópole sem estar nela”, comentam.



As oficinas de artes plásticas, com Dora Longo Bahia; fotografia, por Iatã Cannabrava; literatura, com Alice Ruiz e gastronomia, comandada por Morena Leite, por exemplo, seguirão o tema da atual edição -- Natureza dá Arte. Além dos cursos, com preços variados, existem palestras gratuitas e o público pode visitar instalações permanentes de artistas como Bené Fonteles, Fernando Limberger e Luiz Hermano. Para entrar em contato, ligue (11) 4032-8177, de segunda a sexta, das 13h às 18h.

Janice

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Globo Rural - 03/07/2008
Aumento da fome em 2007



De acordo com o diretor-geral da FAO, Jacques Diouf, cerca de 50 milhões de pessoas aumentaram em 2007 a lista da população que sofre de fome, como resultado da alta dos preços dos alimentos.

“Os países pobres estão sentindo o forte impacto da alta dos preços dos alimentos e da energia”, disse Diouf. “Necessitamos com urgência de novas e fortes parcerias para enfrentar o crescimento dos problemas de segurança alimentar nesses países. Nenhuma instituição ou país conseguirá resolver essa crise isoladamente. Países doadores, instituições internacionais, governos dos países desenvolvidos, sociedade civil e o setor privado têm papel importante na luta global contra a fome.”

Diouf afirmou que a crise atual é uma combinação do aumento da demanda por produtos agrícolas, devido ao crescimento da população e o desenvolvimento econômico nos países emergentes, da expansão dos biocombustíveis e da oferta insuficiente, devido às mudanças climáticas que afetaram a produção, de cereais.

Os altos preços dos insumos agrícolas são grandes obstáculos ao aumento da produção nos países em desenvolvimento. De janeiro de 2007 a abril de 2008, os preços dos fertilizantes em particular subiram muito mais rapidamente do que os preços dos alimentos.

Para reduzir o número de desnutridos no mundo, a produção global de alimentos precisa dobrar até 2050. Esse aumento de produção deve ocorrer principalmente nos países em desenvolvimento, onde vivem as populações mais carentes, e onde deve acontecer mais de 95% do aumento populacional previsto.

Carlos

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Globo Rural - 02/07/2008
Final surpresa



O vídeo acima é curtinho, mal tem áudio e, mesmo assim, já foi visto mais de 3 milhões de vezes no YouTube.
O motivo do sucesso é, certamente, o desfecho inesperado.

Mas, atenção: é preciso estar preparado ao assistir, pois o vídeo reserva fortes emoções!
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Globo Rural - 01/07/2008
Estrelas da quitanda



Tá certo, o trocadilho é infame.
Mas, mesmo que não ache engraçado, você tem que admitir o quanto é inovador juntar cinema com verduras e legumes.

Quem vive no Rio de Janeiro e no Espírito Santo já conhece as campanhas publicitárias da rede Hortifruti, que aposta no bom humor para tentar vender mais.

Para os moradores de outras partes do país, aí vão mais alguns cartazes que fazem graça com nomes de filmes.


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Globo Rural - 30/06/2008
Leite em jarra



A maior rede de supermercados do mundo, o Wall Mart, decidiu inovar o design das embalagens de leite vendidas nas lojas Sam’s Club (pertencente ao grupo) dos Estados Unidos. O formato de jarra, segundo o fabricante, é menos custoso para transportar e melhor para o meio ambiente. Além disso, o leite chega mais fresco e mais barato ao consumidor. Antes, cada galão era vendido por 2,58 dólares, agora o mesmo leite é vendido por 2,18.

A companhia estima que a nova embalagem reduziu o uso de água em 70%; seu formato de jarra também permite que mais caixas de leite sejam transportadas nos caminhões, o que diminui a necessidade de muitas viagens, economizando frete e reduzindo emissões de gás carbônico.

Mas nem todos gostaram da mudança. A senhora da foto, Amy Wise, disse que odiou a nova embalagem, pois ela derrama todo o leite. Nem por isso, o Wall Mart parece estar decidido a recorrer da decisão.

Para a diretora de Empacotamento Sustentável do Wall Mart, Anne Johnson, esse é um exemplo de como a rede está adaptada às novas exigências mundiais. Segundo ela, o aumento de demanda de produtos e altos custos de fabricação exigem medidas para aumentar a eficiência e a competitividade.

Carlos


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Globo Rural - 27/06/2008
Cai o número de abates no país


(Foto: Ernesto de Souza)

Caiu 10% o número de bovinos abatidos no primeiro trimestre deste ano em comparação a igual período do ano passado. Números divulgados pelo IBGE – Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, registram o abate de 7,155 milhões de animais de janeiro a março de 2008. Importante: a queda revela a escassez de oferta de boi gordo para os frigoríficos e interrompe um cenário de crescimento que ocorre desde o primeiro trimestre de 1997.

A diminuição mais acentuada foi em março, 17,6% em relação ao ano anterior. O IBGE informa que, desde o ano passado, o volume de animais abatidos diminui a cada trimestre, na esteira da baixa oferta de boi gordo, cujos preços vêm subindo desde então.

E os estados de Mato Grosso, São Paulo e Mato Grosso do Sul, que juntos representaram 38,8% do total de animais abatidos, registram também as maiores reduções, menos 567,5 mil cabeças. Na outra ponta está a Bahia, cuja pecuária tem avançado nos últimos anos, e que abateu 7,3% mais.

Analistas do mercado informam que o frio deve dificultar a permanência do boi gordo nas pastagens. Caso a temperatura permaneça, segundo eles, as cotações da arroba nas próximas semanas devem estabilizar, pois a oferta de animais costuma aumentar.

Sebastião Nascimento
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Globo Rural - 26/06/2008
Quatro mil fazendas já fecharam na Argentina

A intervenção do governo está deixando seqüelas no campo argentino. A Associação dos Produtores de Leite daquele país informou nesta quarta-feira (25/06) que em menos de seis anos 4 mil fazendas literalmente fecharam as suas porteiras. Dos 15 mil estabelecimentos que havia em 2002, sobraram 11 mil, segundo Manuel Ocampo, dirigente da associação.
Segundo ele, só em 2007, ano de fortes embates governo x produtores, 600 fazendas fecharam.


Propriedade na província de Entre Rios, Argentina

Ocampo afirmou que o que mais afeta o setor leiteiro é a política setorial. "O problema se inicia com o primeiro aumento dos impostos em 2005 e hoje levamos mais de 1000 dias de desacertos. A única coisa que aconteceu neste período foi piorar a situação devido ao estancamento nos preços ao produtor. Deveríamos estar pensando em aumentar a produção e está ocorrendo o contrário". Devido à queda na produção e em função das condições de mercado e das restrições ao preço pago ao produtor, os agricultores terminarão o ano no vermelho, segundo Ocampo.

A indecisão continua no país vizinho. Ontem mesmo houve uma reunião com a presidente Cristina Krishner, mas nada de concreto foi decidido. Os ruralistas são contrários à política econômica do governo que aumentou os impostos sobre as exportações agrícolas.
A novidade foi a posição da líder do movimento Mães da Praça de Maio, Hebe de Bonafini. Ela declarou que os ruralistas deveriam ser reprimidos com “gás lacrimogêneo”.

Sebastião Nascimento
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Globo Rural - 25/06/2008
Independência suspende abates em MS


(Foto: www.independencia.com.br)

Espécie de “crônica anunciada”, os frigoríficos começam a suspender os abates de gado. O primeiro foi o Independência S.A., em Campo Grande, MS, cujos trabalhos só serão retomados dentro de 30 dias devido à queda na oferta de animais prontos para abate naquela região.

Seus representantes informam que normalmente essa época é de diminuição de oferta, mas a situação foi agravada devido ao abate de matrizes nos últimos anos. O pecuarista matava para fazer caixa, pois recebia um baixo preço pela arroba. O Independência informa ainda que a alta concentração de frigoríficos na região também influenciou a decisão de paralisar o abate. Nos últimos anos, como amplamente divulgado, os grandes frigoríficos foram à compra de empresas menores em diversas regiões do país.

A unidade de Campo Grande possui capacidade de abate de mil cabeças por dia, e tem 539 trabalhadores. Aproximadamente 400 deles estão em férias até a retomada dos abates.

Seguindo a estratégia de privilegiar as margens em detrimento ao volume de produção e devido à filosofia da empresa de não buscar animais a mais de 200 quilômetros da unidade, o Independência decidiu otimizar a capacidade de abate das unidades de Mato Grosso do Sul, deslocando os animais da escala de Campo Grande para as unidades de Nova Andradina e Anastácio.

As demais unidades da companhia estão operando normalmente e as unidades de Confresa e Pontes e Lacerda, MT, devem iniciar suas operações em breve, não comprometendo os objetivos de crescimento da empresa.

Entidades do setor e pecuaristas estavam prevendo as conseqüências da escassez de boi gordo. A matança das fêmeas levou à falta de bezerros para a engorda. Na semana passada, na Feicorte 2008, Carlos Viacava, ex-presidente da Associação do Nelore e pecuarista conhecido, alertava que a situação poderia ser tornar “dramática” diante do cenário. “A falta de bezerros é dramática. Os frigoríficos vão ficar sem escala e a situação pode complicar. Eu acredito que esse panorama não deverá melhorar num período de cinco anos”.

Sebastião Nascimento
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Globo Rural - 24/06/2008
Se a moda pega...



Existe um mercado próprio para cachorros nos Estados Unidos. Ele engloba a criação de roupas, ginástica, tratamento psicológico, sem falar nas heranças milionárias deixadas por seus donos. Mas a tendência, agora, é proporcionar hábitos ecológicos para os animais, como: confeccionar brinquedos com meias de algodão, transformar calças em travesseiros e evitar o uso demasiado de produtos de limpeza doméstica para não expor seu cão a um grau de toxicidade.


As empresas perceberam o potencial desse comércio e alguns fabricantes já lançaram rações macrobióticas –- dieta com base em cereais integrais, legumes e frutas frescas, mesmo que ela contrarie as recomendações veterinárias para o desenvolvimento do cãozinho. Mas tanta invenção tem chance de conquistar muitos consumidores. Segundo a APPMA –- Associação de Fabricantes de Produtos para Animais Domésticos, os norte-americanos possuem 88 milhões de gatos, 74 milhões de cachorros e 13 milhões de répteis. Já imaginou lançar moda para tudo isso?


Janice
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RSS (o que é isso?)
NOSSOS BLOGUEIROS:

Carlos Gutierrez, repórter, está na equipe desde 2006. Cuida do site da revista e está sempre em busca das principais novidades agropecuárias no mundo digital. No seu tempo livre, gosta de ler, colecionar gibis e torcer para o time mais glorioso do mundo, o Sport Club Corinthians Paulista.
cgutierrez@edglobo.com.br

 

Luis Roberto Toledo, editor, é paulistano de nascimento, mas é do campo por devoção. Está na equipe da revista desde os anos 90. Nesse tempo todo, conheceu a produção agropecuária em quase todos os estados brasileiros - mas ainda quer ir ao Acre, Amapá, Pará e Roraima.
ltoledo@edglobo.com.br

 

Ernesto de Souza, editor de fotografia, está presente desde a primeira edição e tirou a foto de capa da GLOBO RURAL nº01. Ganhador de dois Prêmios Esso de Reportagem e do Prêmio Gabriel Garcia Marquez de Jornalismo. Gosta de beber seu uísque e brigar com o pessoal da arte.
sesouza@edglobo.com.br

 

Janice Kiss, chamada de Jan para encurtar o nome, de origem húngara, que muita gente acha fictício. Lida com temas sobre meio ambiente, tecnologias rurais, cuida da seção literária (crônicas) e algumas vezes testa as receitas colhidas no campo numa diminuta cozinha paulistana.
jkiss@edglobo.com.br

 

Luciana Franco, 37 anos, chegou à revista em 2004. Escreve matérias sobre o cotidiano de pequenos e médios agricultores e gosta também de temas ligados ao agronegócio nacional. Nas horas vagas leva uma vida caseira com o tempo dividido entre os filhos Vitor, 6 anos, e Isabel, 1 ano.
lfranco@edglobo.com.br

 

Mineiro de Juiz de Fora, radicado em São Paulo há séculos, José Augusto (Duarte) Bezerra é editor-chefe da revista. Perdeu o trem em Triqueda - lugar de grandes pastéis no passado -, mas continua correndo atrás dele. Trabalha bastante, lê muito e fala pouco (mais ouve do que diz). Gosta da revista e de tudo o mais que se relacione ao campo.
jbezerra@edglobo.com.br

 

Valter de Oliveira Silva, diagramador, está na revista desde 2005. Como bom paulistano, adora sua cidade, mas não dispensa o contato com o campo, influência dos pais e esposa sertanejos. Gosta de literatura, cinema ou uma boa trilha sonora no seu fone de ouvido. vosilva@edglobo.com.br

 

Sueli Minori Issaka, editora de arte, está na revista desde 2002. Filha de imigrantes , herdou do pai - técnico agrícola e veterinário no Japão - o interesse pelas coisas do campo. Também aprecia as artes plásticas, a fotografia e a vida caseira com o marido, a filha e três vira-latas. sissaka@edglobo.com.br

 

Clarice Couto, repórter, acabou de chegar à redação, mas o contato com o interior vem da infância, vivida numa cidadezinha do litoral do Paraná, e de outros trabalhos no setor. Como todo jornalista, adora ler, e tem um apreço especial por música, dos gringos e dos nossos. E moda de viola? Ooo, com certeza.
ccouto@edglobo.com.br

 


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