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Prazer em conhecer

A colheita da rosela, que começou no mês passado, já está nos seus últimos dias no Sítio Bahia, na cidade de Botucatu, interior de São Paulo. Pouca gente sabe, mas ela é a mesma planta que no Nordeste do país se chama vinagreira. Apesar do meu currículo rural não ser pequeno, fui apresentada à rosela há pouco tempo, quando tomei um iogurte feito com essa planta do gênero Hibiscus (mas que não é igual ao ornamental, plantado nos jardins) fabricado na propriedade.
Depois, descobri que na Letônia essa flor se chama marmel e dela se faz chá, sorvete e uma sopa de frutas. Os japoneses também aproveitam o sabor um pouco ácido de seu cálice vermelho e carnudo no preparo de uma conserva servida durante as refeições. No Maranhão, da vinagreira se faz o cuxá – um molho que leva gengibre e outros temperos –, que dá origem ao arroz-de-cuxá, o prato mais famoso do estado.
Mas essa planta de uso culinário diverso só cresce em lugares com temperaturas amena e quente, em solos ricos em matéria orgânica e precisa de muita água para seu desenvolvimento. Você tem alguma descoberta alimentar para compartilhar? Conte aqui.
Janice |
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Biocombustível: mocinho ou vilão?

Depois de várias instituições criticarem, genericamente, os biocombustíveis -seja ele brasileiro, norte-americano ou provindo de outras nações -, o presidente do Banco Mundial, Robert Zoellick, matizou e equilibrou o tema, no encerramento da reunião de primavera do Banco Mundial e do FMI -Fundo Monetário Internacional.
Zoellick diferenciou o produto brasileiro, afirmando que nosso etanol tem “eficiências adicionais em termos de emissões de gases poluentes”. Mas a questão é mais profunda: nos Estados Unidos, incentivados pelos subsídios estatais, produtores vêm destinando áreas cada vez maiores de lavouras de milho à produção de biocombustíveis, o que já está causando escassez de alimentos no mercado e empurrando os preços para cima.
Resultado: aumentos substanciais nos gastos com ajudas alimentares para os países subdesenvolvidos. Aqui, o que se fala é que as terras de cana-de-açúcar destinadas à produção de combustível ainda não estão competindo com as de alimentos.
Mas, se isso ocorresse, o que deveria ser prioridade, na sua opinião?
Clarice Couto |
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Transgênicos: nova polêmica

O uso de plantas estéreis, ou seja, geneticamente modificadas e que não sejam capazes de se reproduzir, foi debatido na semana passada em audiência pública que reuniu as comissões de agricultura da Câmara e do Senado. Muitos criticaram a idéia, pois ela pode causar dependência e prejuízo para agricultores.
Segundo os cientistas, a tecnologia usada, chamada de terminator, evita que uma plantação geneticamente modificada para um uso específico contamine com suas características outras plantações.
O senador Sibá Machado (PT-AC) afirmou que a utilização de plantas estéreis de maneira comercial pode fazer com que os agricultores fiquem dependentes das sementes compradas das corporações que desenvolvem os organismos geneticamente modificados. Isso, segundo ele, pode causar prejuízo aos agricultores, “porque não é barata essa tecnologia”.
A senadora Kátia Abreu (DEM-TO) disse acreditar que o Brasil está sofrendo um atraso tecnológico ao não permitir a pesquisa com essa tecnologia. "O mundo todo está andando nesse sentido para que possa melhorar a qualidade de seus produtos, melhorar a produtividade e abaixar os custos para produzir alimentos mais baratos".
Atualmente, a comercialização do terminator é proibida no Brasil pela Lei de Biossegurança, mas um projeto de lei apresentado pela senadora prevê a liberação da tecnologia.
E você, é a favor ou contra à liberação?
Carlos |
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Mato no computador

Se você não deu uma volta por um jardim hoje, dê uma passada pelo blog Cheiro de Mato que a sensação é a mesma. A jornalista Thaís Lauton, que trabalha na revista Casa e Jardim, enche a tela do computador com imagens e dicas de cultivo de flores, plantas e árvores.
Tem também boas idéias de paisagismo e arranjos que a própria Thaís inventa ou encontra em suas pesquisas e reportagens. De quebra, você ainda fica conhecendo coisas incríveis, como uma flor negra ou uma cadeira de jardim forrada com grama. Pra quem gosta de natureza é um vaso cheio.
Luis |
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Medidas contra a exploração

O Ministério da Agricultura estuda a criação de um selo de qualidade para identificar as indústrias de produção de álcool e açúcar que respeitam a legislação trabalhista e o meio ambiente.
A medida foi sugerida após a CPT - Comissão Pastoral da Terra apontar a expansão das lavouras de cana-de-açúcar como a principal responsável pelo crescimento do trabalho escravo no Brasil em 2007.
O ministro acredita que a expansão dos canaviais em São Paulo ocorre paralelamente à mecanização da produção, o que dispensaria a mão-de-obra.
Segundo dados da Pastoral da Terra, o crescimento mais significativo da utilização de mão-de-obra escrava foi registrado na região Sudeste, onde o número de trabalhadores explorados passou de 279, em 2006, para 705, no ano passado. A região concentra as maiores lavouras de cana no país.
Você acredita que a idéia do ministério surtirá efeito?
Carlos |
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Uma planta invasora

Durante a semana, a blogueira Dalinha Catunda pediu para a Globo Rural, algumas informações sobre o coentro do mato. Antes de responder, queria dizer que é necessário termos mais dados sobre a planta, onde ela ocorre, que aparência tem e por aí vai. Portanto, vamos ver se a Embrapa Meio Ambiente, em Jaguariúna, SP, fala da mesma planta referida pela leitora. Há alguns anos, os pesquisadores estudam o coentro do mato, também chamado de losna-branca, porque ele pertence à categoria das plantas invasoras que entram nos países de diversas maneiras. Essas espécies são responsáveis, depois do desmatamento, pela destruição da biodiversidade em todo o mundo.
A losna-branca é originária do México e causa diversos problemas à saúde humana (como dermatites alérgicas) e aos agroecossistemas. No gado, os sinais clínicos são de salivação, diarréia, anorexia, entre outros. No Brasil, não existem muitos dados sobre o impacto ambiental causado pelo coentro do mato. Sabe-se que ele invade áreas urbanas e pastagens degradadas. A Embrapa desenvolve pesquisas usando o controle biológico com o intuito de frear a proliferação da intrusa planta pelos estados do Centro-Sul. Bom, quem souber da existência de outro coentro do mato, conte aqui. Combinado?
Janice |
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Frango artificial

A ong de proteção aos direitos dos animais Peta – que ficou famosa pela “ecologia de guerrilha” de seus membros, especialistas em detonar madames e celebridades que ostentam casacos de pele – está oferecendo um milhão de dólares a quem desenvolver, até 2012, uma forma economicamente viável de fazer “carne artificial” nos Estados Unidos.
Explicando melhor: vai levar um milhão de verdinhas quem produzir em escala comercial um tecido que tenha aparência e gosto de carne de frango, mas que não seja frango nem outro animal qualquer. A intenção é que, com isso, a humanidade não precise mais maltratar animais – mantendo-os em confinamento e depois os abatendo – para saciar o que a Peta qualifica de o “vício da carne” do ser humano. Segundo a organização, 40 bilhões de animais – entre frangos, porcos, bois e peixes – são mortos anualmente só para aplacar o “vício” dos americanos.
A organização avisa que, antes de conceder o prêmio, a carne de frango de laboratório vai passar por um teste de degustação. Dez juízes da Peta vão experimentar uma receita de frango frito (sim, frito; o público-alvo é americano, não se esqueça) usando a não-carne como ingrediente.
E você, encarava um nugget de proveta, um x-frango de laboratório? E o que acha que aconteceria com a pecuária e a indústria de carnes mundiais se a idéia realmente emplacasse?
Luis |
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Comidas estranhas

Às vezes, brotam coisas estranhas na natureza e o homem faz dessas esquisitices um alimento. Veja o caso da trufa, por exemplo: esse fungo (uma espécie de cogumelo que nasce embaixo da terra) é colhido apenas por cachorros e porcos treinados, e foi transformado numa iguaria culinária na Europa. A mesma coisa acontece com o huitlacoche, na foto acima, cujo nome botânico é Ustilago maydis. Trata-se de um fungo prateado por fora, preto por dentro, que dá em espigas de milho verde e é muito apreciado no México desde a época dos astecas. Por aqui, não passa de uma praga no milharal. Mas lá o huitlacoche pode ser encontrado fresco ou enlatado. Recentemente, esse fungo foi descoberto pela alta gastronomia americana e inglesa. Ao cozinhar, ele solta uma tinta preta, que os especialistas dizem ser muito saborosa. Quem se habilita a experimentar?
Janice |
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Prêmio à pesquisa
A entrega deste ano do prêmio Frederico de Menezes Veiga, instituído pela Embrapa e com apoio da revista Globo Rural, foi um evento e tanto. Quem recebeu os troféus nesta quarta-feira no Palácio do Planalto, em Brasília, foram os pesquisadores Wania Fukuda, da Embrapa Mandioca e Fruticultura, e Glauco Olinger, consultor da Epagri-SC. Mas a verdade é que toda a pesquisa agropecuária nacional foi premiada.
Além da distribuição do prêmio da Embrapa, o evento também comemorou os 35 anos da instituição e ainda serviu de palco para o anúncio do “PAC da Embrapa”, o Plano de Aceleração do Crescimento da empresa de pesquisa. Diante de figuras ilustres da política nacional – como o presidente Lula, o presidente da Embrapa, Silvio Crestana, ministros, governadores e deputados –, o ministro da Agricultura e Pecuária Reinhold Stephanes afirmou que o plano prevê quase um bilhão de reais em recursos adicionais a serem aplicados em pesquisa nos próximos dois anos e sete meses.
Desse montante, cerca de 264 milhões irão para as instituições das redes estaduais de pesquisa. O dinheiro também será usado na contratação de 750 novos pesquisadores, na recuperação de campos experimentais, na dotação de laboratórios, na formação de profissionais e, last but not least, na criação de três novos centros nacionais de pesquisa: um no Mato Grosso, outro no Tocantins e o terceiro no Maranhão.
Dispensando o discurso preparado, o presidente Lula comentou a viagem que fez a Gana no último final de semana, onde a unidade local da Embrapa (que atua no território africano desde o final de 2006) ganhou nova sede. “A partir dessa unidade, os pesquisadores já puderam visitar 17 países africanos e fizeram contato com pelo menos mais dez”, afirmou Lula. “Com a experiência da Embrapa, vamos ajudar a África a se transformar num continente produtor de comida, de álcool e de biodiesel”. Lula ainda lembrou que a empresa de pesquisa agropecuária brasileira também está na Venezuela.
Luis, de Brasília |
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Você entrevista o diretor do Greenpeace

A sustentabilidade é o tema do momento e também chegou ao dia-a-dia do agronegócio e aos seus métodos de produção. Por isso, a preservação ambiental é o tema de nossa entrevista interativa com Marcelo Furtado, diretor de campanhas da ONG Greenpeace.
Se você quer saber mais sobre o engajamento verde, envie suas perguntas para grural@edglobo.com.br, ou clique aqui. As melhores questões serão respondidas por Furtado, e depois publicadas no site e na edição de junho da revista Globo Rural.
Carlos |
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Globo Rural de maio

A edição de maio da revista só chega às bancas na próxima semana, mas aqui você já vê qual será a nova capa.
A reportagem principal da edição é do ilustríssimo José Hamilton Ribeiro, que todo mundo conhece do programa Globo Rural de domingo. O experiente repórter realizou uma grande viagem pelo planeta dos macacos – o nosso!
Com sua prosa gostosa, Zé Hamilton explica curiosidades de espécies como o bugio, o bonobo e o chimpanzé, e ainda conta como vive Idi, o único gorila em cativeiro da América do Sul, que está no zoológico de Belo Horizonte.
Estamos aguardando seus comentários.
Luis |
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O Brasil dos agrocombustíveis

A ONG Repórter Brasil acaba de lançar o primeiro volume da série O Brasil dos Agrocombustíveis - Impactos das Lavouras sobre terra, meio e sociedade. O trabalho foi dividido em três relatórios anuais, que estudarão os impactos causados pelas culturas da soja e da mamona (volume 1), do milho, algodão, dendê e babaçu (volume 2), e da cana e do pinhão manso (volume 3).
Os pesquisadores rodaram 19 mil quilômetros por dez estados brasileiros, além do Paraguai. Segundo o estudo, o avanço da soja ocasionou problemas fundiários, trabalhistas e ambientais.
Carlos |
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De arroz e de trigo

Aporte tecnológico. É só disso que o país precisaria para riscar de vez da pauta de discussões do agronegócio as questões do “exporta-não-exporta” do arroz e da possível escassez de trigo no mercado. Pelo menos é o que pensa o diretor-presidente da Embrapa, Silvio Crestana.
Com maior uso de tecnologia, segundo ele, os agricultores brasileiros poderiam produzir arroz para dar e vender (sem falar em exportar para qualquer país interessado) sem agregar um centímetro quadrado à área hoje cultivada no país. No caso do trigo, afirma Crestana, com a mesma área de sequeiro e um avanço na irrigada, o Brasil alcançaria sua auto-suficiência – e ficaria livre da política de restrição de exportações da presidente Cristina Kirchner.
De acordo com Crestana, os 2 milhões de hectares cultivados com arroz de sequeiro no país poderiam render 8,4 milhões de toneladas. Já a área irrigada teria potencial para 7,9 milhões de toneladas. Somando uma colheita com a outra, a safra brasileira daria para atender confortavelmente o consumo interno (de 13 milhões de toneladas) e ainda sobrariam mais 3 milhões para vender.
A área de 1,8 milhão de hectares de trigo de sequeiro, se bem conduzida, poderia render 5 milhões de toneladas. Se, ao invés de plantar com irrigação apenas 100 mil hectares do cereal, o Brasil semeasse 700 mil, teríamos mais 5,7 milhões, afirma o presidente da Embrapa. Com isso, o consumo nacional de 10 milhões de toneladas estaria para lá de garantido.
Seria um cala-boca e tanto em quem afirma que o Brasil está contribuindo com a fome no mundo.
Luis |
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Carlos Gutierrez, repórter, está na equipe desde 2006. Cuida do site da revista e está sempre em busca das principais novidades agropecuárias no mundo digital. No seu tempo livre, gosta de ler, colecionar gibis e torcer para o time mais glorioso do mundo, o Sport Club Corinthians Paulista.
cgutierrez@edglobo.com.br |
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Luis Roberto Toledo, editor, é paulistano de nascimento, mas é do campo por devoção. Está na equipe da revista desde os anos 90. Nesse tempo todo, conheceu a produção agropecuária em quase todos os estados brasileiros - mas ainda quer ir ao Acre, Amapá, Pará e Roraima.
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Ernesto de Souza, editor de fotografia, está presente desde a primeira edição e tirou a foto de capa da GLOBO RURAL nº01. Ganhador de dois Prêmios Esso de Reportagem e do Prêmio Gabriel Garcia Marquez de Jornalismo. Gosta de beber seu uísque e brigar com o pessoal da arte.
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Janice Kiss, chamada de Jan para encurtar o nome, de origem húngara, que muita gente acha fictício. Lida com temas sobre meio ambiente, tecnologias rurais, cuida da seção literária (crônicas) e algumas vezes testa as receitas colhidas no campo numa diminuta cozinha paulistana.
jkiss@edglobo.com.br |
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Luciana Franco, 37 anos, chegou à revista em 2004. Escreve matérias sobre o cotidiano de pequenos e médios agricultores e gosta também de temas ligados ao agronegócio nacional. Nas horas vagas leva uma vida caseira com o tempo dividido entre os filhos Vitor, 6 anos, e Isabel, 1 ano.
lfranco@edglobo.com.br |
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Mineiro de Juiz de Fora, radicado em São Paulo há séculos, José Augusto (Duarte) Bezerra é editor-chefe da revista. Perdeu o trem em Triqueda - lugar de grandes pastéis no passado -, mas continua correndo atrás dele. Trabalha bastante, lê muito e fala pouco (mais ouve do que diz). Gosta da revista e de tudo o mais que se relacione ao campo.
jbezerra@edglobo.com.br |
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Valter de Oliveira Silva, diagramador, está na revista desde 2005. Como bom paulistano, adora sua cidade, mas não dispensa o contato com o campo, influência dos pais e esposa sertanejos. Gosta de literatura, cinema ou uma boa trilha sonora no seu fone de ouvido.
vosilva@edglobo.com.br |
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Sueli Minori Issaka, editora de arte, está na revista desde 2002. Filha de imigrantes , herdou do pai - técnico agrícola e veterinário no Japão - o interesse pelas coisas do campo. Também aprecia as artes plásticas, a fotografia e a vida caseira com o marido, a filha e três vira-latas.
sissaka@edglobo.com.br |
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Clarice Couto, repórter, acabou de chegar à redação, mas o contato com o interior vem da infância, vivida numa cidadezinha do litoral do Paraná, e de outros trabalhos no setor. Como todo jornalista, adora ler, e tem um apreço especial por música, dos gringos e dos nossos. E moda de viola? Ooo, com certeza. |
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