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Tempo para pensar

Amanhã é dia de Corpus Christi, motivo pelo qual o feriado religioso é guardado nos países católicos. Mas 22 de maio também foi escolhida como data internacional para a biodiversidade, termo que se refere à variedade de vida do planeta ao abranger as espécies da flora, da fauna, dos microorganismos e dos ecossistemas.
Nos últimos tempos, muito tem se falado em sua preservação como garantia do equilíbrio da terra. Afinal, a espécie humana depende dessa estabilidade para sua sobrevivência. No entanto, por conta dos desmatamentos, cerca de 8% das espécies vivas do planeta tendem a sumir nos próximos 25 anos.
É uma pena, mas o Brasil (país de maior diversidade biológica) colabora para esse movimento de destruição. Segundo o Ibama – Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis, 219 espécies animais (aves, mamíferos, insetos, répteis e peixes) e 106 espécies de vegetais correm o risco de desaparecer. As maiores ameaças são a caça predatória, a derrubada das florestas, as queimadas, a destruição dos ecossistemas, a poluição dos rios e a biopirataria.
Segundo a ong WWF, o país mantém a liderança da maior taxa de desmatamento do mundo. Todos os anos, 18.200 quilômetros quadrados são postos no chão, provocando a redução da biodiversidade, o aumento da erosão e o comprometimento dos cursos d´água. Daí fica a pergunta: até quando os métodos de produção vão persistir em tratar o meio ambiente como inimigo?
Nesta quinta-feira, os apicultores também comemoram seu dia em todo o país. Não por acaso, essa atividade depende da manutenção das matas para que as abelhas continuem a produzir mel como fazem há milhares de anos.
Janice |
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Campanha pró-bacon
O consumo de carne de porco no Brasil está há anos emperrado na faixa de 12 quilos por habitante por ano. Um vexame, se comparado ao consumo anual de carne de frango (38 quilos) e de carne bovina (30 quilos).
Os frigoríficos têm se empenhado em oferecer à população novos cortes de carne suína, novas maneiras de prepará-la e ainda garantias de que o produto é saudável e obtido de forma higiênica, com absoluto controle de qualidade. Mesmo assim, o porco não decola.
Talvez o que esteja faltando seja um pouco de criatividade – um ingrediente usado sem moderação pelo pessoal do site americano Asylum, que mostrou os 20 produtos mais bizarros feitos com o que talvez seja a parte mais deliciosa dos suínos: o bacon. Veja um exemplo:
 (Foto: www.asylum.com)
Além desse produto, também tem uma vasilha de bacon para servir salada (olha que saudável!), drink com bacon, sorvete de bacon, palito-de-dente sabor bacon... Confira aqui!
Luis |
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Muito frio, muito café

Os países nórdicos se consolidam na posição de maiores consumidores de café do mundo. É o que revelou Herman Friele, da Friele Coffee, torrefadora que atua na Escandinávia, durante o 17.º Seminário Internacional de Café de Santos. Apesar de algumas diferenças regionais, o bloco – muito provavelmente estimulado pelas baixas temperaturas – lidera o consumo por habitante do produto.
Dinamarca, Finlândia, Suécia e Noruega consomem juntos 3,7 milhões de sacas de café por ano, uma média de 9,4 quilos per capita. O volume é mais que o dobro do consumo por habitante no Brasil, estimado em 4,3 quilos ano. Do total consumido na Escandinávia, cerca de 1,7 milhão de sacas são fornecidas pelos produtores brasileiros. A Finlândia lidera o grupo, com impressionantes 12,1 quilos por habitante/ano.
Entre as características dos países do grupo, destaca-se a forte concentração da indústria de torrefação. Em cada país do bloco há a presença de apenas três grandes empresas, que, juntas, detêm entre 72% e 95% de participação dos mercados locais. Além disso, é crescente o consumo de café expresso e de itens que sejam considerados ecologicamente corretos ou que carreguem em suas marcas selos sociais. Dá pra crescer ainda mais? Tudo indica que sim. Luciana |
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O lado mais fraco

As crianças da zona rural de 945 cidades, como Catanduva, Batatais e Pirassununga, no interior de São Paulo, e em outras localizadas no Rio de Janeiro, Fortaleza (CE), Vitória (ES), Recife (PE) e Porto Alegre (RS), podem ficar sem transporte para ir à escola. A partir desse mês, as prefeituras desses municípios vão perder os repasses do FNDE –- Fundação Nacional de Desenvolvimento da Educação, que custeiam a locomoção dos alunos de ensino público.
Elas deveriam ter prestado conta até o mês passado sobre a verba que receberam em 2007 para essa finalidade. Porém, não cumpriram o contrato. O programa que auxilia o transporte escolar é gerido pelo Ministério da Educação, que reservou um orçamento de 400 milhões de reais para o ano de 2008. O dinheiro ajuda levar 3,4 milhões de crianças à escola de 5.122 prefeituras. Por enquanto, o FNDE não informou quantos alunos que vivem no campo deixarão de estudar nos municípios cujo repasse foi suspenso.
Janice |
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Agricultura de ponta
 A silvicultura é uma das áreas comtempladas pelo projeto (foto: Cris Bierrenbach)
O Mercosul e a União Européia estão desenvolvendo um programa para financiar projetos agrícolas em biotecnologia na América Latina. Trata-se do Biotecsur, que receberá, por parte da UE, investimento de 10,4 milhões de dólares. Juntos, a Argentina, o Brasil e o Uruguai aplicarão 1,4 milhão de dólares na plataforma, que será coordenada pela Argentina. A iniciativa visa o financiamento de projetos inovadores de biotecnologia para aumentar o valor agregado e a competitividade das produções regionais nos mercados internacionais.
Quatro áreas serão contempladas: silvicultura, avicultura, sementes oleaginosas e ovinos. Até o fim do mês acontece a inscrição de empresas e pesquisadores dos quatro países interessados no programa, que serão beneficiados com 1,6 milhão de dólares para cada uma das áreas.
A demanda por biotecnologia será definida através de oficinas e seminários regionais nos países do Mercosul, com a escolha de um projeto para cada cadeia produtiva. A inscrição das empresas se encerra em 14 de agosto, e a viabilidade dos projetos será estudada inicialmente no campo regional.
Os projetos selecionados serão apresentados à UE e executados a partir de novembro de 2008, com uma duração de dois anos. Trata-se de uma oportunidade excelente para posicionar o Mercosul nos mercados internacionais com produtos competitivos.
Luciana Franco |
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Alimentos puxam inflação também nos EUA
 Supermercado americano: cereais encabeçam a lista
A revista americana Time de 19 de maio mostra que, assim como vem acontecendo no Brasil, os preços dos alimentos também estão impulsionando os índices de inflação nos Estados Unidos. Entre os itens que sofreram maior valorização no mercado norte-americano nos últimos doze meses destacam-se os cereais, com ganhos de 89%; as carnes, com aumento de 12%; os derivados de leite, com alta de 24%; os óleos e gorduras; que subiram 77%; e o açúcar, com valorização de 40%.
As justificativas para o acentuado aumento dos preços, segundo a reportagem, são diversas. Uma delas são as colheitas menores em todo o mundo, em decorrência de adversidades climáticas, o que tem pressionando os níveis dos estoques a baixos patamares. Também contam os preços do petróleo em alta, a forte concorrência entre as indústrias de alimentos e de etanol, e o aumento da demanda por parte da Índia e da China. Os motivos, obviamente, são os mesmos aos apresentados por especialistas no Brasil.
A tendência para os próximos meses? Os preços devem permanecer em alta pelo menos até a recomposição dos níveis dos estoques mundiais, o que ainda vai levar mais de um ano. Mas os demais fatores não devem permitir uma queda muito acentuada.
Luciana Franco |
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Muito mais álcool
 Usinas vão produzir mais etanol nesta safra (Foto: Otávio Dias)
As notícias dando conta de que o abastecimento de álcool na cidade de São Paulo estava parcialmente comprometido provocaram uma modificação no perfil da safra 2008/2009 de cana-de-açúcar na região Centro-Sul do país. De acordo com levantamento da Unica – União da Indústria de Cana-de-Açúcar, a produção atual é fortemente voltada para o álcool, com 67% da cana direcionada para o etanol e 33% ao açúcar. Tradicionalmente, os percentuais se situam próximos dos 50% para cada cultura.
Com isso, a produção de etanol é superior à registrada nos meses de março e abril da safra do ano passado. Na avaliação de Antonio de Pádua Rodrigues, diretor-técnico da Unica, a estratégia incomum foi adotada para compensar as dificuldades causadas pelas chuvas, que nos meses de março e abril deste ano geraram uma perda de 30% no aproveitamento do tempo para as usinas da região. “Na prática, isso significa que 10 milhões de toneladas de cana deixaram de ser processadas até o final de abril”, explicou Pádua, acrescentando que em função das chuvas, cerca de 40 usinas com início de atividades previsto para esses meses postergaram a moagem. Mesmo assim, das 315 usinas do Centro-Sul, 170 já estavam em plena atividade até o final de abril, número igual ao de usinas em atividade no mesmo período da safra 2007/08.
Luciana Franco |
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Produtores querem participar do novo plano safra
 (Ilustração: L)
O presidente da Comissão Nacional de Crédito Rural da CNA – Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil, Carlos Rivaci Sperotto, defendeu esta semana a participação de representantes da cadeia produtiva na discussão das medidas que farão parte do PAP – Plano Agrícola e Pecuário 2008/2009, a ser anunciado no próximo mês. Segundo Sperotto, a proposta é que um grupo formado por representantes da CNA, OCB – Organização das Cooperativas Brasileiras e do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento ajude a formatar o plano da próxima safra.
“Podemos assumir a produção daquilo que está faltando no mundo”, enfatizou. Um ponto destacado por Sperotto é a área disponível para a cultura de grãos, de 55 milhões de hectares para produzir 143 milhões de toneladas.
“Ainda temos áreas para pecuária e os assentamentos. O mundo não sabe disso”, diz. Ele defendeu também a reinserção de produtores excluídos do crédito rural oficial. “Hoje apenas 25% estão inseridos. O resto está alijado”.
Luciana Franco |
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Casa nova para as máquinas verdes
 Fábrica em Montenegro, RS, pode produzir 15 mil tratores por ano (fotos: divulgação)
A John Deere inaugurou nesta quinta-feira (15/05) uma nova fábrica de máquinas agrícolas. A unidade está em Montenegro, RS, a 50 quilômetros de Porto Alegre, e representou um investimento de 250 milhões de dólares. A planta, considerada pela empresa como uma das mais modernas do mundo, tem capacidade para fabricar anualmente 15 mil tratores pintados de verde, marca que talvez seja atingida apenas a partir de 2010.
Somente tratores sairão da linha flexível de produção de Montenegro, onde hoje são montados oito modelos, com potência variando de 75 a 202 cv. As estrelas da casa são os tratores 7715 e 7815, que chegaram recentemente ao mercado e já nasceram na nova planta.
 Modelo 7715 já nasce na nova unidade
Esta é a segunda unidade da marca do cervo dourado no Rio Grande do Sul, a terceira no país e a quarta na América do Sul. Na terra de Gisele Bündchen, Horizontina, RS, a empresa mantém uma planta agora dedicada apenas à produção de colheitadeiras e plantadeiras. Na goiana Catalão, está a fábrica de colheitadeiras de cana, e em Rosário, na Argentina, fica a unidade pioneira da John Deere no continente (completa 50 anos em 2008), de onde saem os motores de todos os equipamentos produzidos aqui.
A nova fábrica entra em operação num momento em que o setor de máquinas agrícolas vive um momento de recomposição de mercado, atingindo níveis de antes do período da crise na agricultura. A estimativa dos executivos da John Deere é a de que o segmento chegue ao final de 2008 com um volume de comercialização 30% superior ao do ano passado, quando foram vendidas internamente 38,3 mil unidades – 2007, por sua vez, já havia suplantado o período imediatamente anterior em quase 50%.
Luis, de Montenegro |
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Setor agrícola pede mais recursos para financiar a safra

O setor agrícola brasileiro quer que o governo aumente o volume de recursos para o financiamento da safra 2008-2009 para 110 bilhões de reais. Na safra passada, o volume disponibilizado foi de 73 bilhões de reais.
Além disso, as entidades pedem mais facilidade no acesso ao crédito, a redução dos juros de 6,75% para 5% e a redução do spread bancário (diferença entre o que os bancos pagam para captar e cobram para emprestar).
Ao apresentar a proposta, o presidente da Comissão Nacional de Crédito da CNA, Carlos Sterotto, destacou a posição do Brasil no cenário mundial de produção de alimentos. “Ninguém visiona o aumento da produção de alimentos sem crédito rural”.
Segundo Sterotto, se as reivindicações do setor forem atendidas, a próxima safra poderá ter um incremento de 20% sobre a anterior, que foi de 143 milhões de toneladas.
Você concorda com as reivindicações?
Carlos |
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Carlos Minc assume Ministério do Meio Ambiente
 Crédito: Dafne Capella / Alerj
O cargo ficou vago por pouco tempo, pois o governo anunciou hoje o substituto de Marina Silva, mas a data para a posse ainda não foi marcada. O certo é que Carlos Minc e o presidente Lula devem reunir-se na próxima segunda-feira
Em entrevista coletiva concedida à imprensa nesta tarde, o porta-voz da Presidência da República afirmou que o convite a Carlos Minc foi feito durante um telefonema de Lula a Minc, que durou cerca de 15 minutos.
Segundo o porta-voz, o presidente está confiante de que o substituto vai contribuir com seu conhecimento para as políticas que vêm sendo implementadas na área de meio ambiente. Carlos
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Marina Silva pede demissão
 Foto: Elza Fiuza / Agência Brasil
A ministra do Meio Ambiente entregou a carta de demissão nesta terça-feira, 13. Segundo a assessoria da ministra, o pedido é em caráter irrevogável.
O ministério também não pretende revelar o teor da carta enviada ao presidente Lula sobre o pedido de exoneração. De acordo com a assessoria, apenas o Palácio do Planalto poderia divulgar a carta.
A líder do PT no Senado, Ideli Salvatti (SC), informou que o governo ainda busca uma reconsideração por parte da ministra do Meio Ambiente, Marina Silva, da decisão de se afastar do cargo.
“O ministro (da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República) José Múcio me disse que há uma tentativa de convencimento do governo para que a ministra Marina permaneça no cargo”, afirmou a senadora.
O que você acha que motivou o pedido de demissão da ministra?
Carlos |
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O sucesso da ExpoZebu 2008
 Foto: Maurício Farias
A 74ª edição da ExpoZebu - Exposição Internacional das Raças Zebuínas, terminou com um balanço extremamente positivo. As negociações nos 47 remates da feira superaram os valores da edição anterior, atingindo cerca de 68,5 milhões de reais.
Entre os dias 28 de abril e 11 de maio, passaram pelo Parque Fernando Costa mais de 400 mil pessoas. A feira foi prestigiada também por 560 visitantes estrangeiros, de mais de 30 países diferentes.
No total, 3.500 animais foram inscritos para a exposição. Em julgamento, estiveram em pista 2817 animais, das seguintes raças: nelore (1118 exemplares), nelore mocha (157), brahman (474), gir aptidão leiteira (280), gir dupla aptidão (76), guzerá (325), indubrasil (30), sindi (37), tabapuã (283) e gir mocha (37).
Carlos |
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Carlos Gutierrez, repórter, está na equipe desde 2006. Cuida do site da revista e está sempre em busca das principais novidades agropecuárias no mundo digital. No seu tempo livre, gosta de ler, colecionar gibis e torcer para o time mais glorioso do mundo, o Sport Club Corinthians Paulista.
cgutierrez@edglobo.com.br |
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Luis Roberto Toledo, editor, é paulistano de nascimento, mas é do campo por devoção. Está na equipe da revista desde os anos 90. Nesse tempo todo, conheceu a produção agropecuária em quase todos os estados brasileiros - mas ainda quer ir ao Acre, Amapá, Pará e Roraima.
ltoledo@edglobo.com.br |
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Ernesto de Souza, editor de fotografia, está presente desde a primeira edição e tirou a foto de capa da GLOBO RURAL nº01. Ganhador de dois Prêmios Esso de Reportagem e do Prêmio Gabriel Garcia Marquez de Jornalismo. Gosta de beber seu uísque e brigar com o pessoal da arte.
sesouza@edglobo.com.br |
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Janice Kiss, chamada de Jan para encurtar o nome, de origem húngara, que muita gente acha fictício. Lida com temas sobre meio ambiente, tecnologias rurais, cuida da seção literária (crônicas) e algumas vezes testa as receitas colhidas no campo numa diminuta cozinha paulistana.
jkiss@edglobo.com.br |
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Luciana Franco, 37 anos, chegou à revista em 2004. Escreve matérias sobre o cotidiano de pequenos e médios agricultores e gosta também de temas ligados ao agronegócio nacional. Nas horas vagas leva uma vida caseira com o tempo dividido entre os filhos Vitor, 6 anos, e Isabel, 1 ano.
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Mineiro de Juiz de Fora, radicado em São Paulo há séculos, José Augusto (Duarte) Bezerra é editor-chefe da revista. Perdeu o trem em Triqueda - lugar de grandes pastéis no passado -, mas continua correndo atrás dele. Trabalha bastante, lê muito e fala pouco (mais ouve do que diz). Gosta da revista e de tudo o mais que se relacione ao campo.
jbezerra@edglobo.com.br |
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Valter de Oliveira Silva, diagramador, está na revista desde 2005. Como bom paulistano, adora sua cidade, mas não dispensa o contato com o campo, influência dos pais e esposa sertanejos. Gosta de literatura, cinema ou uma boa trilha sonora no seu fone de ouvido.
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Sueli Minori Issaka, editora de arte, está na revista desde 2002. Filha de imigrantes , herdou do pai - técnico agrícola e veterinário no Japão - o interesse pelas coisas do campo. Também aprecia as artes plásticas, a fotografia e a vida caseira com o marido, a filha e três vira-latas.
sissaka@edglobo.com.br |
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Clarice Couto, repórter, acabou de chegar à redação, mas o contato com o interior vem da infância, vivida numa cidadezinha do litoral do Paraná, e de outros trabalhos no setor. Como todo jornalista, adora ler, e tem um apreço especial por música, dos gringos e dos nossos. E moda de viola? Ooo, com certeza.
ccouto@edglobo.com.br |
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